
Tudo ao mesmo tempo agora
FunnyCat
Pois é. Voltamos para São Paulo e uns dias depois descobrimos que voltaríamos para Montes Claros! Dois meses e alguns casamentos depois, estávamos aqui de novo.
Um amigo daqui ficou de ver um trabalho voluntário e meu amor me sugeriu um curso de inglês. Ótimo! Assim eu vou ocupar meu tempo! Mas não é por isso que eu resolvi escrever nesse blog abandonado (que não vai mais ficar tão abandonado assim).
Tudo começou no dia 17 de janeiro, uma quinta-feira normal até então. Eu e meu lindo estávamos tranquilamente assistindo TV, quando um outro amigo chamou o Sandro para arrumar o carro na vaga porque ele não conseguia tirar as compras do carro. Ok... fui euzinha que estacionei o carro, mas mesmo assim o Sandro desceu e aproveitou para ajuda-lo a carregar as compras. Na hora que ele voltou e abriu a porta, escutei assim: - Olha quem veio me seguindo desde lá de baixo... Moramos no terceiro andar... e quando eu olhei era uma gatinha.... filhotinha... bonitinha.... com cara de carente e cara de fome. Legal! Se não fosse pelo fato de eu não gostar de gatos. Nunca gostei muito. Cachorrinhos são meus amores, até tive um.
Mas não é por eu não gostar que eu judio... pelo contrário, odeio as pessoas que maltratam animais, seja qual for.
Pois bem, por isso mesmo, peguei uma tampinha de margarina que eu tinha acabado de jogar fora e dei leitinho.
Ela bebeu tudo. E ainda tinha cara de fome. Dei também um refogadinho de carne moída que eu tinha preparado para o pastel. Ela também comeu tudo. Aí, o Sandro que gosta de gatos começou a acariciá-la... e ela fazia cara de que estava gostando. Até que ela veio perto de mim, quase implorando por um carinho também. Eu me afastei. Depois de ouvir meu noivo querido, resolvi passar a mãozinha nela. Ela ronronava sem parar. E a expressão de felicidade dela, então?
Pronto. Foi o suficiente para eu permitir que ela passasse a noite aqui em casa com a condição de que no dia seguinte, na hora que o Sandro saísse para o trabalho ele abriria a porta e, se ela fosse embora junto, esqueceríamos essa história toda.
No dia seguinte acordamos e vim direto para a sala vê-la. Ela estava bela e folgada no sofá da sala e eu sentia um cheiro de cocô bem forte. Ela fez suas necessidades atrás do colchão de um dos quartos que estava de pé encostado na parede... enquanto o Sandro tomava seu café da manhã eu limpava a sujeira. Conforme o combinado ele abriu a porta e se despediu de mim com um beijo e ela olhando atrás das minhas pernas, ou seja dentro do apartamento. Ele começou a descer as escadas e ela foi até a ponta da escada o olhando de cima e deu um leve miado como se quisesse se despedir também, deu meia volta e voltou para dentro do apartamento. Eu não acreditava no que estava vendo... nem o Sandro que subiu de novo até o apartamento, rachando o bico.
Depois disso, só preciso dizer que no mesmo dia saí para comprar ração para gatos, liteira, granulado para colocar na liteira, pratinhos de comida, vermífogo, xampu (q foi usado no mesmo dia) e a batizamos de Funny.
No sábado já a levamos no veterinário, que disse que ela tem no máximo 3 meses, tomou a vacina e foi examinada. Compramos caminha...
E eu preciso dizer também que é uma delícia tê-la aqui em casa, é uma delícia chegar e encontrá-la.
Eu estou apaixonada pela Funny. Ela é sem-vergonha, carinhosa, temperamental e adora fazer charme... e como é de praxe falar: - Parece que ela entende o que estamos falando! Hahahahahahahahaha Olha ela aí nessa foto... não parece que esta fazendo pose?

Escrito por Alessandra às 02h04 PM
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